domingo, 4 de dezembro de 2022

O COMUNISMO NÃO IMPERARÁ

 

Não adianta.

O Comunismo não imperará no mundo.

Regimes totalitários cairão, um a um.

Os ditadores serão derrubados.

O povo escravizado voltará a ser livre.

É simples questão de tempo.

Não restará pedra sobre pedra...

Das massas, emergirão novos mártires.

Novos líderes da Liberdade.

O mal não triunfará.

Tudo, no entanto, será a grande preço.

Lágrimas e, talvez, sangue.

Talvez não, com certeza...

A História mostra que sempre foi assim.

Os corruptos também envelhecem e... morrem.

Espíritos com novos pensamentos aí estão, na Terra, reencarnados.

Surgirão, cada qual, a seu tempo.

Novos Gandhis, novos Luthers King, novos Tiradentes...

Estão em gestação, nas estufas humanas que protestam contra a mentira e a fraude.

No mundo interconectado, tudo acontecerá mais depressa.

Como em jogo de dominó, as pedras derrubarão umas às outras...

O processo foi iniciado.

Não existe retrocesso.

Ninguém brinca com a Lei de Deus.

Quem imaginaria que os “pobres de espírito” seriam os agentes da queda do Império Romano?!...

As próprias religiões sofrerão profundas transformações, ou não sobreviverão.

Somente o Cristo possui as Palavras de Vida Eterna.

Não adianta, pois, tanta ambição pelo poder que passa...

As cabeças coroadas – não importa, quase centenárias – fenecem e são logo esquecidas.

Os que estão agora julgando-se imunes, quase imortais, revelam clara decadência intelectual, moral e... física.

O túmulo se lhes escancara às pretensões inúteis.

Confiramos...

Dentro de um lustro, personagens eminentes no âmbito da política, e de outros seguimentos correlatos, terão desaparecido.

Qual no festim de Baltazar, Comunismo está com os seus dias contados, pesados e divididos...

Necessário, sim, resistir ao avanço das trevas.

Embora dentro da relatividade humana, defender a Verdade, e não silenciar, a soldo de interesses pessoais.

Deus atende à criatura através da própria criatura...

O socorro do Céu carece de braços e mãos que o materialize na Terra.

Às vezes, as Leis Divinas consentem que mais alto suba-se, para que a queda seja mais espetacular e... definitiva.

Estejam disto convictos.

Sem nuvens pesadas, não há tempestade saneadora.

“Não tivessem aqueles dias sido abreviados, e ninguém seria salvo...”

Os dias se abreviarão.

No-lo disse, Quem pode e sabe.

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 4 de Dezembro de 2022.

 

 

 

 

 

 

 

domingo, 27 de novembro de 2022

Jesus Cristo – Vítima do “Sistema”

 

Quando Jesus foi (veio) à Terra, o Império Romano dominava boa parte do mundo conhecido, com planos para sempre maior expansão de seus domínios.

Na Judeia, onde Cristo nasceria, César possuía, entre os próprios judeus, os que lhe submetiam à vontade e, de certa maneira, se compraziam com a escravidão.

Herodes e Pilatos, com alguns dos doutores da lei, enquanto se locupletavam em seus palácios, faziam vistas grossas para as necessidades do povo, que passava fome.

Spartacus, o gladiador trácio, antes de Cristo, fora crucificado, com milhares de seus companheiros, na luta empreendida contra o “Sistema”.

O “Sistema”, a bem dizer, qual o que acontece hoje, reclamava a propriedade do mundo e de seus habitantes, que, incondicionalmente, deveriam servi-lo.

Não tinham qualquer direito à expressão do pensamento, e mesmo à liberdade de crença.

Desde o Egito, séculos antes, os israelitas haviam sido perseguidos e, durante quatrocentos anos, mantidos sob cruel cativeiro, até que surge a figura de Moisés e os lidera à Terra da Promissão.

João, o Evangelista, escreve, a respeito de Jesus, nos primeiros versículos de seu Evangelho: “Estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu.”

Ainda no ventre de sua Mãe, Jesus começa a ser perseguido por alguns representantes do “Sistema”, cuja vontade era encarnada por Herodes, o Grande.

Sem a Divina Intervenção, por certo, Ele teria sido morto quando recém-nascido, pois que o “Sistema” Lhe pressentia o poder espiritual e a condição de liderança – a “conversa” era a de que um rei, emanado do povo, haveria de destronar a Herodes...

O “Sistema”, então, começou a se sentir ameaçado.

Os subservientes doutores da lei deram início, talvez, à mais famosa caçada de todos os tempos – durante três anos, como ensinava Chico Xavier, Jesus pregou o Evangelho em fuga...

Suborno e corrupção...

Infelizmente, um dos Doze, Judas Iscariotes, vendeu-se por trinta moedas! – qualquer semelhança com os dias atuais é mera coincidência.

 João Batista, o Precursor, que ousara pregar publicamente contra o “Sistema” fora degolado...

Traído e preso, com os seus direitos cassados, Jesus, em dia nefasto, é levado a julgamento público, com o povo tendo que escolher entre Ele e Barrabás, conhecido malfeitor.

O próprio Pôncio Pilatos hesita em ordenar a sua execução, Nele não encontrando qualquer culpa, embora as muitas acusações que sobre Ele pesavam.

Todavia, sobretudo, era preciso ser leal ao “Sistema”, ao Império Romano, que, naquele exato momento, começava a cair.

O povo havia recebido grande benefícios do Cristo – que lhes curara as feridas, lhes matara a fome, lhes dera esperança em dias melhores...

Mas, os “infiltrados” são de todos os tempos...

Anás e Caifás haviam subornado alguns em meio à populaça, que, de inesperado, começa a clamar pela libertação de Barrabás, e, consequentemente, pela morte do Cristo.

Durante trezentos anos, os “homens do Caminho” morreriam nas arenas romanas, sucumbindo à crueldade do “Sistema” que, não satisfeito com a morte de Jesus, pretendia varrer as suas Ideias da face da Terra...

O resto, todos sabem como aconteceu...

Não obstante, o “Sistema” até hoje vige na Terra, tendo, inclusive, em muitos de suas autoridades eclesiásticas, dominado a Igreja Católica, que jaz condenada por si mesma.

Infiltrado em todos os segmentos humanos, sempre buscando posição de comando, o “Sistema” ainda não desistiu de escravizar a Humanidade.

Os seus dias, porém, estão contados, pois acontece que a Lei Divina não se submete aos rasteiros caprichos dos homens.

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 27 de Novembro de 2022.

 

 

 

 

domingo, 20 de novembro de 2022

Os ESPÍRITOS

e a Política

 

Existe um STF “doutrinário” que deseja fazer com que a voz dos supostamente mortos silencie em torno de certos assuntos que, segundo dizem, são mais pertinentes aos vivos da Terra.

Tamanha ignorância.

Já tentou-se, inclusive, e tenta-se até hoje, fazer um Espiritismo sem espíritos, reeditando o que fez a Igreja Católica quando desencadeou perseguição contra os médiuns, mandando-os para as fogueiras da Inquisição.

Aliás, tenta-se até o absurdo de alijar Jesus Cristo do Espiritismo, o que faria com que, segundo Chico Xavier, o Espiritismo virasse uma comédia...

No “Antigo Testamento”, vemos que, a cada passo, os profetas se pronunciavam à respeito da direção que o povo judeu deveria tomar – a Torá nasceu da união entre vivos e mortos, com Moisés se reunindo com setenta anciãos na Taba do Deserto.

Moisés era profeta e legislador.

Davi era rei e, ao mesmo tempo, profeta.

Antes dele, Saul procura uma pitonisa, em En-Dor, para tentar dialogar com o espírito de Samuel – Saul que já havia desterrado todos os adivinhos e encantadores.

Antes deles, Zoroastro, ou Zaratustra, o rei persa, acumulava, junto ao povo, a função de profeta e líder político, influenciando, posteriormente, as ditas religiões abraâmicas e, inclusive, o budismo.

Ora, como dissemos no texto anteriormente publicado, nós, os desencarnados, candidatos, em maioria, a novo corpo na Terra, desejamos, ao fazê-lo, encontrar um mundo que nos facilite o trabalho da evolução, e não o dificulte – não desejamos renascer, por exemplo, como renascem, os espíritos que, em determinados países, são “obrigados” a aceitarem determinadas doutrinas religiosas desde quando crianças, tendo a sua liberdade de pensar e de ser completamente cassada.

Lamentamos, neste sentido, o silêncio covarde que determinados órgãos denominados de unificadores vêm adotando no grave momento que o Brasil atravessa, sendo ameaçado pela implantação do Comunismo, que fará como uma de suas primeiras providências que as religiões se extingam. Os exemplos aí estão, com os cristãos sendo perseguidos na China, e em outros países, alguns fazendo fronteira com o Brasil.

Perdoem-me, mas, sinceramente, eu não tolero a hipocrisia de muitos que se dizem espíritas e sobem em cima do muro, tentando agradar a Deus e ao diabo.

Os considerados “espíritas de esquerda” são mais transparentes do que os espíritas que não possuem lado algum, porque esses sem lado são omissos e covardes, deixando que a coletividade brasileira lute sozinha contra um sistema cruel que pretende reduzi-los a números, e que, talvez, seja, de fato, o que merecem ser.

De minha parte, continuarei emitindo, sim, a minha opinião, porque não devo satisfações se não à minha consciência, e ela me diz que preciso lutar por um Mundo Melhor, para os que nela já encontram, e que, amanhã, serão os meus avós, meus pais e meus irmãos.

Eu não pretendo reencarnar sob o domínio do fanatismo, na condição de escravo de quem ocupa o poder, sem a liberdade de ir e vir, que não possibilitará até mesmo que o Espiritismo continue a sobreviver como doutrina.

Querem um conselho: vão rezar a Deus, transferindo para Ele o esforço que deve caber aos homens de boa vontade em solucionar, na Terra, os problemas que eles mesmos criam, sabendo, no entanto, que tais problemas não serão resolvidos com joelhos ao chão, e, sim, com mãos em ação.

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 20 de Novembro de 2022.