Deslocamento “Espacial”
Quando
encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a
desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse
igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais
Além.
Explico-me.
Eu
imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente,
antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então,
começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela,
tivessem se comprometido na Terra.
Na lida
com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que
aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua
nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se
defrontando com a inegável realidade de si mesmos!
Por mais
que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o
efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a
vida no Além como apenas o virar de página de um livro...
Somente
aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois,
com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação
não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial”
apenas.
Mudança
da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado,
ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...
Não sei
se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a
carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total
maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as
profundezas do “lago” em que bracejam.
Não seria
natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não
adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua
visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata,
arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal
para sempre?!...
Não
obstante, assim não é.
Deste
Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em
prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar –
alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão
pensado assim...
Por este
motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação
não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança
da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da
forma líquida à gasosa e... vice-versa.
INÁCIO
FERREIRA
Uberaba –
MG, 21 de junho de 2026.
Deslocamento “Espacial”
Quando
encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a
desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse
igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais
Além.
Explico-me.
Eu
imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente,
antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então,
começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela,
tivessem se comprometido na Terra.
Na lida
com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que
aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua
nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se
defrontando com a inegável realidade de si mesmos!
Por mais
que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o
efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a
vida no Além como apenas o virar de página de um livro...
Somente
aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois,
com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação
não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial”
apenas.
Mudança
da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado,
ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...
Não sei
se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a
carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total
maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as
profundezas do “lago” em que bracejam.
Não seria
natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não
adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua
visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata,
arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal
para sempre?!...
Não
obstante, assim não é.
Deste
Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em
prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar –
alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão
pensado assim...
Por este
motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação
não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança
da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da
forma líquida à gasosa e... vice-versa.
INÁCIO
FERREIRA
Uberaba –
MG, 21 de junho de 2026.
Deslocamento “Espacial”
Quando
encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a
desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse
igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais
Além.
Explico-me.
Eu
imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente,
antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então,
começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela,
tivessem se comprometido na Terra.
Na lida
com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que
aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua
nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se
defrontando com a inegável realidade de si mesmos!
Por mais
que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o
efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a
vida no Além como apenas o virar de página de um livro...
Somente
aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois,
com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação
não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial”
apenas.
Mudança
da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado,
ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...
Não sei
se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a
carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total
maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as
profundezas do “lago” em que bracejam.
Não seria
natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não
adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua
visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata,
arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal
para sempre?!...
Não
obstante, assim não é.
Deste
Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em
prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar –
alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão
pensado assim...
Por este
motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação
não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança
da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da
forma líquida à gasosa e... vice-versa.
INÁCIO
FERREIRA
Uberaba –
MG, 21 de junho de 2026.
Deslocamento “Espacial”
Quando
encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a
desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse
igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais
Além.
Explico-me.
Eu
imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente,
antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então,
começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela,
tivessem se comprometido na Terra.
Na lida
com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que
aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua
nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se
defrontando com a inegável realidade de si mesmos!
Por mais
que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o
efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a
vida no Além como apenas o virar de página de um livro...
Somente
aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois,
com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação
não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial”
apenas.
Mudança
da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado,
ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...
Não sei
se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a
carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total
maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as
profundezas do “lago” em que bracejam.
Não seria
natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não
adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua
visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata,
arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal
para sempre?!...
Não
obstante, assim não é.
Deste
Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em
prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar –
alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão
pensado assim...
Por este
motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação
não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança
da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da
forma líquida à gasosa e... vice-versa.
INÁCIO
FERREIRA
Uberaba –
MG, 21 de junho de 2026.
Deslocamento “Espacial”
Quando
encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a
desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse
igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais
Além.
Explico-me.
Eu
imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente,
antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então,
começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela,
tivessem se comprometido na Terra.
Na lida
com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que
aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua
nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se
defrontando com a inegável realidade de si mesmos!
Por mais
que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o
efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a
vida no Além como apenas o virar de página de um livro...
Somente
aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois,
com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação
não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial”
apenas.
Mudança
da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado,
ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...
Não sei
se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a
carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total
maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as
profundezas do “lago” em que bracejam.
Não seria
natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não
adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua
visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata,
arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal
para sempre?!...
Não
obstante, assim não é.
Deste
Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em
prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar –
alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão
pensado assim...
Por este
motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação
não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança
da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da
forma líquida à gasosa e... vice-versa.
INÁCIO
FERREIRA
Uberaba –
MG, 21 de junho de 2026.
Deslocamento “Espacial”
Quando
encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a
desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse
igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais
Além.
Explico-me.
Eu
imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente,
antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então,
começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela,
tivessem se comprometido na Terra.
Na lida
com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que
aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua
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defrontando com a inegável realidade de si mesmos!
Por mais
que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o
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vida no Além como apenas o virar de página de um livro...
Somente
aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois,
com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação
não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial”
apenas.
Mudança
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ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...
Não sei
se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a
carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total
maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as
profundezas do “lago” em que bracejam.
Não seria
natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não
adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua
visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata,
arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal
para sempre?!...
Não
obstante, assim não é.
Deste
Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em
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alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão
pensado assim...
Por este
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não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança
da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da
forma líquida à gasosa e... vice-versa.
INÁCIO
FERREIRA
Uberaba –
MG, 21 de junho de 2026.
Deslocamento “Espacial”
Quando
encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a
desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse
igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais
Além.
Explico-me.
Eu
imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente,
antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então,
começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela,
tivessem se comprometido na Terra.
Na lida
com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que
aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova
situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se
defrontando com a inegável realidade de si mesmos!
Por mais
que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o
efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a
vida no Além como apenas o virar de página de um livro...
Somente
aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois,
com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação
não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial”
apenas.
Mudança
da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado,
ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...
Não sei
se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a
carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total
maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as
profundezas do “lago” em que bracejam.
Não seria
natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não
adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua
visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata,
arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal
para sempre?!...
Não
obstante, assim não é.
Deste
Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em
prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar –
alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão
pensado assim...
Por este
motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação
não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança
da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da
forma líquida à gasosa e... vice-versa.
INÁCIO
FERREIRA
Uberaba –
MG, 21 de junho de 2026.
Deslocamento “Espacial”
Quando
encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a
desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse
igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais
Além.
Explico-me.
Eu
imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente,
antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então,
começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela,
tivessem se comprometido na Terra.
Na lida
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aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua
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Por mais
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vida no Além como apenas o virar de página de um livro...
Somente
aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois,
com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação
não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial”
apenas.
Mudança
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ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...
Não sei
se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a
carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total
maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as
profundezas do “lago” em que bracejam.
Não seria
natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não
adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua
visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata,
arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal
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Não
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Deste
Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em
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Por este
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INÁCIO
FERREIRA
Uberaba –
MG, 21 de junho de 2026.