domingo, 28 de junho de 2026

 

Por Que o Espírito Necessita Reencarnar?

 

 

 

Alguns amigos nos perguntam: - Dr. Inácio, por que o espírito necessita reencarnar? Ele não poderia fazer a sua evolução no Mundo Espiritual?

 

A resposta à semelhante indagação é vasta, todavia, vamos nos ater àquela que nos parece ser a de ordem mais geral.

 

O espírito, desde os primórdios de sua evolução, labuta no orbe terrestre, que é o campo onde ele se encontra lavrando, desenvolvendo as suas faculdades intrínsecas, submetendo-se à Lei de Causa e Efeito.

 

Em contato com a matéria mais densa é que o espírito encontra ensejo de despertar relativo, de vez que, durante séculos, não se habilita, em maioria, a viver nas Dimensões mais etéreas.

 

O espírito é um ser em construção.

 

Tendo vivido, através de incontáveis existências, na Terra, em contato com outros que integram a Humanidade, o espírito adquiriu inúmeros compromissos de natureza cármica que fazem parte de seu aprendizado.

 

Natural, pois, que ele se sinta atraído ao Plano em que se encontram, talvez, a maioria de seus afetos e, principalmente, de seus desafetos.

 

Não fosse ele ao planeta-escola que é a Terra, para o seu relacionamento indispensável com o próximo, deixando pendências cármicas, ele não se liberaria, à nível de consciência, para seguir caminho adiante, na direção do porvir.

 

Ocupando o corpo físico, ou o corpo mais físico, que o prende à gravidade do orbe, e, sofrendo o impacto do esquecimento do passado, o espírito, a cada experiência reencarnatória, entra na posse de si mesmo.

 

O devedor de determina soma, compelido a quitá-la, carece do “correr atrás” de seu credor, e aquele que verdadeiramente quer bem a outro, não se contenta em esquecê-lo na retaguarda, mormente quando, porventura, esse se encontra embaraçado, necessitando de quem o auxilie a se desvencilhar das amarras que o prendem.

 

Quem ama sempre se sente responsável por aqueles que, um dia, lhe foram confiados à tutela – foi justamente esse Amor que fez com Jesus mergulhasse na escuridão do planeta para resgatar os que nos demoramos no abismo.

 

Sem a reencarnação em níveis mais grosseiros – assim digamos – o espírito não desenvolveria as suas faculdades e não fixaria em si as conquistas que possa efetuar, nas expansões de seu próprio ser.

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 28-6-26

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

domingo, 21 de junho de 2026

 

Deslocamento “Espacial”

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.