domingo, 21 de junho de 2026

 

Deslocamento “Espacial”

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

Deslocamento “Espacial”

 

 

 

Quando encarnado, embora a minha condição de espírita, eu chegava a imaginar que a desencarnação, além de fenômeno de natureza física, de algum modo, pudesse igualmente ser fenômeno de natureza moral para todos os que demandassem o Mais Além.

 

Explico-me.

 

Eu imaginava que o espírito, ao deixar a carcaça, deixasse, quase miraculosamente, antigos equívocos seus, e mesmo pensava que a Lei de Causa e Efeito, então, começasse a funcionar de maneira mais incisiva para os que, perante ela, tivessem se comprometido na Terra.

 

Na lida com os desencarnados, nas sessões mediúnicas do Sanatório, eu refletia que aqueles que entravam em contato conosco, algumas vezes não conscientes de sua nova situação, constituíssem exceções no Mundo Espiritual – afinal, estariam se defrontando com a inegável realidade de si mesmos!

 

Por mais que eu me esforçasse, e estudasse as obras espíritas, com certeza ainda sob o efeito de outro modo de pensar (durante séculos), eu não lograva “enxergar” a vida no Além como apenas o virar de página de um livro...

 

Somente aos poucos, com o amadurecimento das ideias em idade mais provecta, e, depois, com o meu próprio desenlace, é que pude constatar que, de fato, a desencarnação não passa, para a grande maioria, de fenômeno de deslocamento “espacial” apenas.

 

Mudança da casa em que se reside para outra casa, mas, não raro, para a casa ao lado, ainda na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua, com a mesma vizinhança...

 

Não sei se vocês, os nossos amigos internautas, terão que, igualmente, deixarem a carcaça para entenderem o que tento lhes dizer – creio que, em sua quase total maioria, sim, mormente aqueles que, permanecendo na superfície, não exploram as profundezas do “lago” em que bracejam.

 

Não seria natural que, após o desenlace, reconhecendo-se em outra Dimensão, os não adeptos do Espiritismo a ele se curvassem, mudando, substancialmente, a sua visão da Vida?!... Não deveriam, espontaneamente, e, de maneira imediata, arrependerem-se de seus erros, predispondo-se à corrigenda, abandonando o mal para sempre?!...

 

Não obstante, assim não é.

 

Deste Outro Lado, pelo menos no chão em que atualmente piso, continuamos a lutar em prol da Verdade Imortalista, que milhões, se não bilhões, insistem em ignorar – alguns milhões, ou bilhões, sem dúvida, de “caso pensado”, muito embora não tão pensado assim...

 

Por este motivo, repetimos que, faz um tempão, para milhões, ou bilhões, a desencarnação não passa de mero deslocamento “espacial”, em ciclo que se repete à semelhança da água que se torna em vapor e do vapor que torna a ser água, passando da forma líquida à gasosa e... vice-versa.

 

 

 

INÁCIO FERREIRA

 

 

 

Uberaba – MG, 21 de junho de 2026.

 

 

 

 

 

 

10 comentários:

  1. Bom dia, bom domingo. Penso que em torno de 70 a 80% não sabem de deixaram a carcaça, é o que percebo no trabalho mediúnico. Uns com até alguns séculos, quiçá milênios, como um que havia desencarnado no Egito antigo.

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  2. Bom dia, Amigos Espirituais visíveis e invisíveis! Amor, Luz e Paz! Saudamos a IF e equipe neste retorno ao Blog! Ih! Observamos um 'deslocamento espacial' da mensagem deste início de inverno: uma multiplicação de peixes mentais! Um abraço fraternal! Cadichon Pirilampo (09:12 = 05:12)!!!

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    1. 😂😂😂😂 muito bom !! Seu bom humor! Cadin Piri 🤝

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  3. Caminhamos na terra, ás vezes, tão distanciados de nossas verdadeiras tarefas, de nossos objetivos principais. E como se caminhássemos numa avenida aonde tudo nos atraisse a atenção e perdêssemos, nessa caminhada, longo tempo, para alcançarmos o nosso destino e o nosso verdadeio objetivo. Ninguém vive perambulando em avenidas, ninguém constrói e é feliz se não tem raizes. È preciso realmente haver um lugar, é preciso haver metas para serem alcançadas. E muitos passão pela vida como caminheiros, abraçando ilusões, fogos-fátuos, para chorarem amargamente o tempo lamentavelmente perdido. Quando a Grande Pátria Espiritual nos recebe de retorno, choramos amargamente as disputas diárias, os problemas pequeninos, o tempo desperdiçado, as lutas inglórias, com remorsos constantes. È preciso transformar a romagem terrena não apenas numa passagem, mas numa permanente senda de evoluçao, alcançando valores maiores, lutando pela nossa renovaçao moral, ressarcindo nossos pesados débitos do passado. O hoje é muito importante porque é uma oportunidade a mais que recebemos. O hoje é na verdade, um cheque em branco que Deus nos concede e no qual podemos colocar os talentos que quisermos. Tenhamos prudencia pois mais cedo ou mais tarde todos estaremos do lado de lá . Grato Dr Inacio e Bacelli e a todos o meu abraço e paz e luz sempre.

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  4. Bom dia. A natureza não dá saltos. Por isso, me perdoem pela franqueza, mas não acredito que a regeneração venha em 2057. Ainda temos séculos de inconsciência espiritual pela frente. Nem mesmo a comprovação da reencarnação vai mudar esse cenário, nem mesmo a comprovação de ETs. A humanidade despertará lentamente, é o processo evolutivo natural da espécie. Obrigado.

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    1. Boa noite, a meia noite e um já é amanhã, porém ainda é escuridão...vejo 2057 como uma data simbólica, até em referência aos 200 anos de O Livro dos Espíritos.

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    2. Cirineu , interessante observação !! 🤔🧐…

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  5. Obrigado a dupla Inácio/Baccelli:
    Pelo meu pequeno entendimento, a mensagem postada "Deslocamento Espacial", nos orienta trabalhar sem interrupção para o nosso melhoramento onde quer que estejamos: encarnado ou desencarnado.
    José Ferreira

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  6. Os que estão aqui acham que vão pra lá e os que estão lá acham que vem pra cá... Tanto faz? E nós estamos "lá" ou estamos "cá"? Tanto faz?...??? É tudo uma "coisa" só!!!

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  7. Perguntar Dr Inácio Ferreira e equipe que lhe acompanha sobre novas técnicas de educação mediúnica que pode ser aplicado por médium não ostensivos para desenvolver a habilidade de forma exteriores. E outras temáticas relacionado ao campo da mediunidade. E treinamento e formação dos socorristas extrafísicos para encarnados e desencarnados.

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